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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Após queda de ciclovia com 2 mortes, buscas serão retomadas na sexta-feira

  • Uma sombra foi vista no mar e bombeiros tiveram que retomar as buscas.
    Bombeiros concluíram que a sombra era, na verdade, um galho na água.




    As buscas por vítimas do desabamento da ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, na Zona Sul do Rio, que foram retomadas após uma pessoa ver uma sombra no mar próximo às pedras, terminaram por volta das 19h desta quinta-feira (21). Os bombeiros concluíram que a sombra era, na verdade, um galho na água. Pelo menos duas pessoas morreram após o desabamento de parte da ciclovia, mas podem haver mais vítimas. As buscas vão recomeçar nesta sexta-feira (22), ao nascer do sol.

    De acordo com o comandante das Unidades de Salvamento Marítimo, Marcelo Pinheiro, ainda podem haver corpos no mar e eles podem ter entrado nas fendas das pedras. Ainda segundo o bombeiro, não é possível mergulhar neste momento porque o mar está muito violento, mas pode ser que algum corpo apareça quando a maré baixar.

    A 15ª DP (Gávea) abriu inquérito para investigar o desabamento. Em nota, a Polícia Civil informou que a perícia já esteve no local e um helicóptero do Serviço Aeropolicial (Saer) auxiliou na buscas. Eduardo Marinho morreu em acidente na Niemeyer (Foto: Arquivo Pessoal) Eduardo Marinho morreu em acidente na Niemeyer (Foto: Arquivo Pessoal) Engenheiro é uma das vítimas Foi idenficado como Eduardo Marinho Albuquerque, de 54 anos, um dos mortos no desabamento. Quem o reconheceu foi o cunhado, João Ricardo Tinoco, que foi ao local a pedido da irmã, Eliana Tinoco, a viúva do engenheiro. A segunda vítima ainda não havia sido identificada até a última atualização desta reportagem. Uma terceira vítima ainda é procurada.

    “Ele falou que ia chegar ao meio-dia em casa, aí a minha irmã, que é médica e estava indo operar, sentiu um aperto no coração e pediu para eu ligar e ele sempre corre naquela direção da Niemeyer, que é bonita. Ela me ligou e pediu uma ajuda. Como eu estava aqui pertinho, eu parei o carro e vim ver se era ele. Eu que vi pela primeira vez [o corpo]. Não ficou boa essa ciclovia, porque se logo no início já caiu. Realmente foi uma fatalidade horrível. Ele era corredor, sempre corria”, contou o cunhado.

    Imagens exibidas na Globo mostram o desespero da viúva ao chegar na Praia de São Conrado para reconhecer o corpo.
    Muito abalada, ela foi até o Instituto Médico Legal (IML) e não quis gravar entrevista.

    Fonte: G1 Rio de Janeiro

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