Por IN segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
às 15:31
Antônio de Edson se juntou à oposição, seguindo a tendência de outras lideranças que deixaram o governo recentemente.
O governo de Junilson de Boró (PSD), em Ibirapitanga enfrenta mais um revés, com a saída de Antônio de Edson (presidente do Sindicato Rural, ex-assessor da secretaria de agricultura) do seu grupo político. Ele expressou insatisfação com a atual administração devido à discordância sobre a condução do município.
Antônio de Edson se juntou à oposição, seguindo a tendência de outras lideranças que deixaram o governo recentemente. Essas mudanças indicam uma reconfiguração política em Ibirapitanga, com a oposição ganhando força e o governo enfrentando crescente pressão e isolamento.
Mais conhecido como Antônio Almeida, ele acumula décadas de experiência e dedicação à zona rural do município. Ao longo de sua carreira, desempenhou papéis importantes, incluindo o cargo de ex-secretário de agricultura e atualmente ocupa o cargo de presidente do Sindicato Rural e do partido União do Brasil.
Ao manifestar seu apoio à oposição, Antônio de Edson se junta a uma série de personalidades locais, como Chê de Camamuzinho, pré-candidato a vereador, e Xalita, ex-vereador e ex-diretor de esportes. Essa decisão coletiva dessas figuras influentes agravou a crise política enfrentada pelo atual gestão, sinalizando uma reconfiguração política em Ibirapitanga, onde a oposição está ganhando terreno.
*com informações do blog Politicos do Sul da Bahia
Mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da Justiça Federal do Rio de Janeiro. Temer é suspeito de liderar uma organização criminosa para desvios de dinheiro público. Defesa pediu habeas corpus no TRF-2.
O ex-presidente Michel Temer foi preso em São Paulo na manhã desta quinta-feira (21) pela força-tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro. Os agentes também prenderam o ex-ministro Moreira Franco no Rio e o coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer. A PF cumpre, ao todo, 10 mandados de prisão (veja quem é quem).
Temer falou por telefone ao jornalista Kennedy Alencar, da CBN, no momento em que estava sendo cumprida a prisão. O ex-presidente afirmou que ela "é uma barbaridade". A defesa dele entrou com pedido de habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).
Momento em que o ex-presidente Michel Temer é abordado pela Polícia Federal — Foto: Reprodução/TV Globo
Resumo
Juiz Marcelo Bretas ordenou a prisão de Michel Temer e mais 9 pessoas;
Temer foi preso em São Paulo e foi levado para o Rio;
Investigação está relacionada às obras da usina nuclear de Angra 3;
MPF diz que o consórcio responsável pela obra pagou propina ao grupo de Temer;
Reforma no imóvel da filha de Temer, Maristela, teria sido uma das formas usadas para disfarçar a propina;
No pedido de prisão, o juiz Marcelo Bretas argumenta que Temer é o "líder da organização criminosa" e "responsável por atos de corrupção";
Propinas a grupo de Temer somam R$ 1,8 bilhão, segundo o MPF;
São apurados os crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.
Prisão de Temer
Temer foi abordado por policiais federais na rua, em São Paulo. Desde quarta-feira (20), a PF tentava rastrear e confirmar a localização de Temer, sem ter sucesso. Por isso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou. Agentes estavam na porta da casa de Temer e, ao perceberem a saída de um carro do local, o seguiram e realizaram a prisão.
Ele foi levado para o Aeroporto de Guarulhos, onde embarcou em um avião da Polícia Federal em voo rumo ao Rio de Janeiro. Michel Temer está preso em uma sala de Estado Maior, na superintendência da PF. A prisão de Temer é preventiva, ou seja, sem prazo determinado.
O que diz a defesa: o advogado Eduardo Carnelós afirmou que nada foi provado contra Temer e negou que o ex-presidente tenha cometido obstrução de Justiça. Criticou ainda a decretação da prisão. "Penso que houve um excesso no que diz respeito à forma como foi determinada essa prisão, sem que se fosse oportunizado ao ex-presidente apresentar sua defesa, esclarecer os fatos", disse Carnelós.
Ele prosseguiu: "Nada foi provado. Nós temos uma decisão de 46 laudas que muito fala a respeito de suspeitas, a respeito de elementos que foram produzidos, mas, quando se fala em suposta obstrução, não se indica qualquer dado concreto [relativo] à suposta obstrução, até porque nunca houve. O presidente sempre, quando intimado, apresentou suas informações. Não há nenhum tipo de obstáculo causado, seja pelo ex-presidente ou por qualquer outra pessoa para essas investigações que são conduzidas pela Polícia Federal, e o que se tem é mais uma prisão baseada apenas em uma visão unilateral daquilo que a Polícia Federal produziu".
Michel Temer entra em avião que o levou ao Rio de Janeiro — Foto: Reprodução
Quem Bretas mandou prender
Michel Miguel Elias Temer Lulia, ex-presidente - preso
João Batista Lima Filho (coronel Lima), amigo de Temer e dono da Argeplan - preso
Wellington Moreira Franco, ex-ministro do governo Temer - preso
Maria Rita Fratezi, arquiteta e mulher do coronel Lima - presa
Carlos Alberto Costa, sócio do coronel Lima na Argeplan - preso
Carlos Alberto Costa Filho, diretor da Argeplan e filho de Carlos Alberto Costa - preso
Vanderlei de Natale, sócio da Construbase - preso
Carlos Alberto Montenegro Gallo, administrador da empresa CG IMPEX - procurado
Rodrigo Castro Alves Neves, responsável pela Alumi Publicidades - preso
Carlos Jorge Zimmermann, representante da empresa finlandesa-sueca AF Consult - preso
A maioria das prisões são preventivas (sem data para liberação). Apenas os mandados contra Rodrigo Castro Alves Neves e Carlos Jorge Zimmermann são de prisão temporária, com duração de cinco dias, que pode ser prorrogada.
Na sentença, o juiz Marcelo Bretas disse que as prisões preventivas são necessárias para garantir a ordem pública. Segundo ele, "uma simples ligação telefônica ou uma mensagem instantânea pela internet são suficientes para permitir a ocultação de grandes somas de dinheiro, como parece ter sido o caso".
Trecho do inquérito do pedido de prisão de Temer em que o juiz Marcelo Bretas cita os motivos da determinação — Foto: Reprodução
Agentes também cumprem 26 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e no Distrito Federal.
O que dizem os alvos
Em entrevista à CBN, o ex-presidente Michel Temer afirmou que a prisão "é uma barbaridade". O advogado de Temer, Brian Prado, afirmou que ainda está estudando a decisão.
Cristiano Benzota, advogado de defesa de coronel Lima e de Maria Rita Fratezi, disse por telefone que, por enquanto, não vai se pronunciar.
A defesa do ex-ministro Moreira Franco divulgou uma nota manifestando "inconformidade" com a prisão. "Afinal, ele encontra-se em lugar sabido, manifestou estar à disposição nas investigações em curso, prestou depoimentos e se defendeu por escrito quando necessário. Causa estranheza o decreto de prisão vir de juiz de direito cuja competência não se encontra ainda firmada, em procedimento desconhecido até aqui”, diz o texto.
O MDB, partido do ex-presidente, afirmou em nota que "lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer, e do ex-ministro Moreira Franco".
O ex-presidente Michel Temer (MDB) deixa área da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos — Foto: Amanda Perobelli/Reuters
Propina em Angra 3
Temer é um dos alvos da Lava Jato do Rio. A prisão teve como base a delação de José Antunes Sobrinho, dono da Engevix. O empresário disse à Polícia Federal que pagou R$ 1 milhão em propina a pedido do coronel João Baptista Lima Filho (amigo de Temer), do ex-ministro Moreira Franco e com o conhecimento do ex-presidente. A Engevix fechou um contrato em um projeto da usina de Angra 3, que ainda teve as obras concluídas.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a Engevix foi subcontratada porque as empresas que haviam vencido a licitação não tinham "pessoal e expertise suficientes para a realização dos serviços". Os vencedores eram a AF Consult do Brasil e a Argeplan, empresa do coronel Lima. "No curso do contrato, conforme apurado, o coronel Lima solicitou ao sócio da empresa Engevix o pagamento de propina, em benefício de Michel Temer", diz nota do MPF.
A força-tarefa da Lava Jato diz que a propina foi paga no final de 2014 com transferências totalizando R$ 1,09 milhão da empresa Alumi Publicidades para a empresa PDA Projeto e Direção Arquitetônica, controlada pelo coronel Lima. As empresas fizeram contratos fictícios para justificar as operações financeiras.
As investigações apontam que os pagamentos feitos à empresa AF Consult do Brasil causaram o desvio de R$ 10,8 milhões, ao se levar em conta que a empresa não tinha capacidade técnica para cumprir o contrato.
A ação desta terça é um desdobramento das operações Radioatividade, Pripyat e Irmandade.
Outros inquéritos
Além desta investigação, Michel Temer responde a outros nove inquéritos. Cinco deles tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF), pois foram abertos à época em que o emedebista era presidente da República, e foram encaminhados à primeira instância depois que ele deixou o cargo.
Os outros cinco foram autorizados pelo ministro Luís Roberto Barroso em 2019, quando Temer já não tinha mais foro privilegiado, e também foram enviados à primeira instância.
Carreira política
Michel Temer (MDB) foi o 37º presidente da República do Brasil. Ele assumiu o cargo em 12 de maio de 2016, em meio ao processo de impeachment de Dilma Rousseff, e ficou até o final do mandato, encerrado em dezembro do ano passado. Temer é o segundo ex-presidente do Brasil preso por crime comum.
Eleito vice-presidente na chapa de Dilma duas vezes consecutivas, Temer chegou a ser o coordenador político da presidente, mas os dois se distanciaram logo no começo do segundo mandato.
Formado em direito, Temer começou a carreira pública nos anos 1960, quando assumiu cargos no governo estadual de São Paulo. Ao final da ditadura, na década de 1980, foi deputado constituinte e, alguns anos depois, foi eleito deputado federal quatro vezes seguidas. Chegou a ser presidente do PMDB por 15 anos. *COM INFORMAÇÕES DO G1
Por IN sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
às 19:15
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), condenou a prefeita afastada de Porto Seguro, Cláudia Oliveira (PSD), ao pagamento de multa no valor de R$ 20 mil, em razão de irregularidades na contratação de uma empresa para serviços de transporte de alunos da rede municipal, no ano de 2013.
Segundo o TCM, a prefeitura contratou a Empresa Coletivo União, ao custo inicial de R$ 8.287.998,40, mas pagou aproximadamente R$36.821.000,66 à companhia. O valor pago é mais de quatro vezes a mais do que previsto no custo inicial.
Prefeita afastada de Porto Seguro, Cláudia Oliveira (Foto: (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), condenou a prefeita afastada de Porto Seguro, Cláudia Oliveira (PSD), ao pagamento de multa no valor de R$ 20 mil, em razão de irregularidades na contratação de uma empresa para serviços de transporte de alunos da rede municipal, no ano de 2013.
Segundo o TCM, a prefeitura contratou a Empresa Coletivo União, ao custo inicial de R$ 8.287.998,40, mas pagou aproximadamente R$36.821.000,66 à companhia. O valor pago é mais de quatro vezes a mais do que previsto no custo inicial.
Cláudia Oliveira foi afastada durante operação da Polícia Federal, no dia 7 de novembro, contra fraudes em contratos que somam R$ 200 milhões. Na ocasião, também foram afastados o marido de Cláudia, de Eunápolis, José Robério Batista de Oliveira (PSD), e Agnelo Santos (PSD), de Santa Cruz Cabrália.
De acordo com o TCM, entre os 124 veículos utilizados na prestação do serviço de transporte, apenas 22 eram de propriedade da empresa contratada. Sendo assim, mais de 80% dos veículos eram utilizados mediante sublocação e pertenciam a outras empresas.
O relator do processo do TCM, conselheiro Paolo Marconi, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual e Federal, bem como notificação à Polícia Federal para que adotem as medidas cabíveis diante da provável prática de improbidade administrativa.
A pedido do Ministério Público de Contas, será feita auditoria nos gastos efetuados pela administração para verificar indícios de superfaturamento. Segundo o TCM, ocorreram sucessivas prorrogações e aditamentos ao valor original do contrato, sob o argumento de “reequilíbrio econômico-financeiro entre as partes contratantes”.
Por IN terça-feira, 24 de outubro de 2017
às 22:58
O governador Rui Costa, acompanhado de uma comitiva formada pelo Secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, pelo deputado federal Nelson Pelegrino (PT) e pelos deputados estaduais Marcelo Nilo (PSL) e Maria del Carmem (PT), visitou, nesta terça-feira (24), o município de Ubatã.
Presentes ainda no evento prefeitos e autoridades da região, vereadores de Ubatã, autoridades políticas e religiosas. Na pauta da agenda do governador a assinatura da ordem de serviço para a construção do Centro de Canoagem e também a entrega da pavimentação de ruas do Bairro Júlio Aderne.
Rui chegou de helicóptero e seguiu em carreata para o local onde será erguido o Centro de Canoagem. Na sequência, com o adiantar do horário, o governador seguiu em direção à Avenida Landulfo Alves, local onde foi montada a estrutura do evento.
“Mesmo em meu à crise, fizemos muito pela nossa Ubatã, Rui. Isso foi possível com o trabalho responsável e também com a ajuda do seu governo, mas a nossa cidade precisa de mais e contamos com o seu apoio”, disse a prefeita Siméia.
Rui visitou local onde será construído Centro de Canoagem (Foto: Valdir Santos)
O governador Rui Costa, acompanhado de uma comitiva formada pelo Secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, pelo deputado federal Nelson Pelegrino (PT) e pelos deputados estaduais Marcelo Nilo (PSL) e Maria del Carmem (PT), visitou, nesta terça-feira (24), o município de Ubatã.
Presentes ainda no evento prefeitos e autoridades da região, vereadores de Ubatã, autoridades políticas e religiosas. Na pauta da agenda do governador a assinatura da ordem de serviço para a construção do Centro de Canoagem e também a entrega da pavimentação de ruas do Bairro Júlio Aderne.
Com o adiantar do horário, o governador seguiu em direção à Avenida Landulfo Alves, local onde foi montada a estrutura do evento.
“Mesmo em meu à crise, fizemos muito pela nossa Ubatã, Rui. Isso foi possível com o trabalho responsável e também com a ajuda do seu governo, mas a nossa cidade precisa de mais e contamos com o seu apoio”, disse a prefeita Siméia.
“É um orgulho grande estar aqui dando ordem de serviço de uma ação importante para a nossa juventude, para o esporte, e com certeza nós vamos anunciar novas obras em parceria com o município”, disse Rui. O governador destacou que Ubatã será o primeiro município do interior de onde será transmitido o seu programa Papo Correria. “Será o quarto programa. O primeiro a ser feito ao vivo em uma cidade do interior”, emendou o chefe do executivo estadual.
RUI ANUNCIA REFORMA DO MERCADO MUNICIPAL
Governador garante mais investimentos para Ubatã (Foto: Valdir Santos)
O governador Rui Costa anunciou, durante pronunciamento, que o projeto para a reforma do Mercado Municipal de Ubatã passará por ajustes na Conder e será autorizado pelo Governo do Estado.
“Vi de perto as condições do Mercado e já notei que é um clamor da população a reforma”, destacou. O governador ainda anunciou que o governo estadual construirá uma quadra poliesportiva coberta no Colégio Estadual de Ubatã e que o estado cederá ao município o local onde funcionava o antigo prédio da Escola ACM. “Vamos passar para o município a área e ajudar a construir um grande projeto educacional no local”, destacou Rui, que foi bastante aplaudido pelos presentes.