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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Viradouro é campeã com exaltação ao Mestre Ciça




  • A Unidos do Viradouro é a campeã do carnaval 2026 no Rio de Janeiro. A Vermelha e Branca de Niterói chegou ao seu 4º título com o enredo “Pra cima, Ciça!”, em que exaltou, em vida, Moacyr da Silva Pinto, o Mestre Ciça, de 69 anos, comandante da bateria.

    O desfile, o 3º de segunda-feira (16), foi cheio de surpresas, emocionando o público e sobretudo os componentes — muitos ritmistas cruzaram a Avenida às lágrimas.

    A Viradouro gabaritou todos os 9 quesitos e fechou a apuração com 270 pontos nas notas válidas — a escola levou um 9,9 em Fantasias e um 9,9 em Samba-enredo, ambos descartados.

    A Beija-Flor de Nilópolis ficou com o vice, com 269,9 pontos, a 0,1 ponto da Viradouro. A Vila Isabel também somou 269,9 pontos, mas terminou em 3º no critério de desempate, o quesito Harmonia. Também voltam no Sábado das Campeãs (21) o Salgueiro (4ª, com 269,7), a Imperatriz (5ª, com 269,4) e a Mangueira (6ª, com 269,2). Última colocada, a Acadêmicos de Niterói (264,6) foi rebaixada para a Série Ouro.

    O Barreto voltou ao lugar mais alto do pódio apenas 2 anos depois do último triunfo, em 2024, em que falou sobre uma serpente mística.

    Ciça se emociona logo após o título
    Ciça se emociona logo após o título — Foto: Leo Franco / AgNews

    Veja os melhores momentos

    Como a Viradouro passou

    Dobradinha de Ciça na Viradouro
    Dobradinha de Ciça na Viradouro — Foto: João Salles/Riotur

    O inesperado veio já na comissão de frente, quando o próprio Ciça surgiu na encenação, em uma operação “de guerra”.

    A abertura contou a história de como o pequeno Moacyr — vivido pelo menino Vitor Gabriel — entrou para o samba. O ato começa com o garoto rodeado por malandros e recebendo a visita de um leão, representando a Estácio de Sá, 1ª agremiação por onde passou.

    No meio dessa apresentação, por trás do tripé, uma dupla veio caminhando lentamente e, sem chamar a atenção, se misturou ao corpo de baile. Por trás da roupa igual às dos dançarinos estava Ciça.

    O mestre, então, tirou o paletó e se revelou para os holofotes. Ao lado de sua versão mirim, riscou a pista, lembrando seus tempos de passista.

    O mestre, na sequência, subiu o tripé da comissão de frente, um grande apito estilizado que se transformou nos arcos da Apoteose. Encerrando a encenação, um elevador levantou Ciça para o alto da estrutura.

    Quando a comissão de frente chegou ao fim da pista, uma equipe aguardava o homenageado com uma cadeira de rodas. Ele simulou ter passado mal de emoção, mas era parte do plano.

    Rapidamente, o mestre foi levado para fora do Sambódromo, onde uma moto com “batedores” estava a postos. O veterano subiu na garupa, e o comboio acelerou rumo à concentração.

    Mestre Ciça no púlpito do último carro, de onde regeu seus ritmistas
    Mestre Ciça no púlpito do último carro, de onde regeu seus ritmistas — Foto: Alexandre Macieira/Riotur
    E teve mais

    Enquanto Ciça voltava para o início da Sapucaí, o desfile prosseguia com homenagens. Uma alegoria reuniu integrantes de outras escolas, incluindo vários mestres de bateria do Grupo Especial e da Série Ouro e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Claudinho e Selminha — que haviam acabado de sair pela Beija-Flor. Outro destaque foi o carnavalesco Paulo Barros, que cruzou a Sapucaí aos prantos.

    O desfile também contou com o retorno da atriz Juliana Paes como rainha de bateria, após 18 anos de sua última participação, conduzindo os ritmistas da Vermelha e Branca.

    A outra surpresa foi uma referência ao desfile de 2007, quando a bateria subiu em um carro alegórico. Liderados por Ciça e Juliana, os ritmistas recriaram a imagem histórica.

    Fotos do desfile

    Viradouro desfila na Sapucaí no segundo dia de desfiles — Foto: Foto por MAURO PIMENTEL / AFP

    Juliana Paes em desfile da Viradouro que faz homenagem ao Mestre Ciça — Foto: Reuters/Ricardo Moraes

    Ritmistas da Viradouro no último carro — Foto: Alexandre Macieira/Riotur

    Viradouro — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

    Ciça e a bateria sobem no último carro da Viradouro — Foto: Reprodução/TV Globo

    Carnavalesco Paulo Barros homenageia Mestre Ciça em desfile pela Viradouro. — Foto: Leo Franco / AgNews

    Mestre Ciça, homenageado no enredo da Viradouro, participa do desfile na Sapucaí. — Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

    Viradouro exalta Mestre Ciça, o comandante da bateria, no enredo “Pra cima, Ciça!”. — Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

    Abre-alas da Viradouro — Foto: Alexandre Macieira/Riotur

    Ciça rege a bateria de cima de um carro — Foto: Marco Terranova/Riotur

    Baianas da Viradouro — Foto: Marco Terranova/Riotur

    Viradouro desfila na Sapucaí no segundo dia de desfiles — Foto: Reuters/Ricardo Moraes

    Mestre Ciça no tripé da comissão de frente da Viradouro — Foto: Rafael Catarcione/Riotur
    Assista à íntegra do desfile

    Quarto título da Vermelha e Branca de Niterói veio após um desfile cheio de surpresas e marcado pela emoção.


    Música do carnaval de Salvador 2026: Ivete Sangalo vence troféu Bahia Folia com o hit 'Vampirinha'




  • O hit "Vampirinha", interpretado por Ivete Sangalo, foi a música escolhida pelo público na votação do Troféu Bahia Folia 2026, da TV Bahia. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (18).

    🏆Com essa conquista, Ivete se torna heptacampeã depois de vencer o título nos anos de 2002 (Festa), 2009 (Cadê Dalila), 2020 (O Mundo Vai), 2021 (Tá Solteira, Mas Não Tá Sozinha), 2024 (Macetando) e 2025 (O Verão Bateu em Minha Porta).

    Composição de Ivete Sangalo, Samir Trindade, Luciano Chaves e JnrBeats, a música conquistou 51,27% dos votos na disputa.

    A segunda colocada, "Panamera" (Tony Salles), teve 13,25%, e a terceira colocada foi "O Baiano Tem o Molho" (O Kannalha), que teve 12,02%.

    Quarta colocada, "Plugin da Bagaceira" (Claudia Leitte) ficou com 9,05%.

    Ivete Sangalo em Salvador
    Ivete Sangalo em Salvador — Foto: Vitor Santos / AgNews

    Veja abaixo a lista de todas as canções que se deram bem e levaram o prêmio até 2026:

    • 1994 - Requebra - Olodum;
    • 1995 - Araketu é bom demais - Araketu;
    • 1996 - Margarida Perfumada - Timbalada;
    • 1997 - Rapunzel - Daniela Mercury;
    • 1998 - Latinha - Timbalada;
    • 1999 - Juliana - Bom Balanço;
    • 2000 - Cabelo Raspadinho - Chiclete com Banana;
    • 2001 - Uma bomba - Bragaboys;
    • 2002 - Festa - Ivete Sangalo;
    • 2003 - Voa Voa - Chiclete com Banana;
    • 2004 - Maimbê Dandá - Daniela Mercury;
    • 2005 - Coração - Rapazolla;
    • 2006 - Café com pão - Vixe Mainha;
    • 2007 - Quebra Aê - Asa de Águia;
    • 2008 - Mulher Brasileira - Psirico;
    • 2009 - Cadê Dalila - Ivete Sangalo;
    • 2010 - Rebolation - Parangolé;
    • 2011 - Liga da Justiça - LevaNóiz;
    • 2012 - Circulou - Banda Eva;
    • 2013 - Ziriguidum - Filhos de Jorge;
    • 2014 - Lepo Lepo - Psirico;
    • 2015 - Xenhenhém - Psirico;
    • 2016 - Paredão Metralhadora - Banda Vingadora;
    • 2017 - Santinha - Léo Santana;
    • 2018 - Elas gostam - Psirico;
    • 2019 - Abaixa que é tiro - Parangolé;
    • 2020 - O Mundo Vai - Ivete Sangalo;
    • 2021 - Tá solteira, mas não tá sozinha - Ivete Sangalo e Harmonia;
    • 2022 - não houve o Bahia Folia;
    • 2023 - Zona de Perigo - Léo Santana;
    • 2024 - Macetando - Ivete Sangalo;
    • 2025 - O Verão Bateu em Minha Porta - Ivete Sangalo;
    • 2026 - Vampirinha - Ivete Sangalo.

    Cantora se torna heptacampeã depois de vencer o título nos anos de 2002 (Festa), 2009 (Cadê Dalila), 2020 (O Mundo Vai), 2021 (Tá Solteira, Mas Não Tá Sozinha), 2024 (Macetando) e 2025 (O Verão Bateu em Minha Porta).

    sábado, 14 de fevereiro de 2026

    Escola de samba leva 70 profissionais do sexo para desfile de Carnaval na Sapucaí


  • Andressa Urach vai participar do desfile | Foto: Anderson Bonde/Divulgação
    Cerca de 70 profissionais e ex-profissionais do sexo devem participar do desfile da Unidos do Porto da Pedra no Carnaval 2026, na Marquês de Sapucaí. A escola de São Gonçalo será a sétima a entrar na avenida neste sábado (14) e levará para a passarela do samba o enredo “Das Mais Antigas da Vida, o Doce e Amargo Beijo da Noite”, assinado pelo carnavalesco Mauro Quintaes.

    Quem são?

    Entre os nomes confirmados estão a influenciadora Andressa Urach e a produtora de conteúdo adulto Elisa Sanches. O desfile também contará com a presença de ex-garotas de programa que se tornaram referências públicas, como Lourdes Barreto, de 83 anos, ativista pelos direitos das trabalhadoras sexuais e reconhecida pela BBC como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo, e Raquel Pacheco, conhecida pelo pseudônimo Bruna Surfistinha.

    Segundo a escola, a proposta é colocar as profissionais do sexo no centro da narrativa do desfile, abordando a temática sob uma perspectiva social e humana. A ideia é evidenciar trajetórias pessoais e profissionais, destacando que, por trás dos estigmas, existem histórias marcadas por trabalho, responsabilidades e diferentes contextos de vida.

    Foto: Divulgação - As profissionais serão homenageadas no enredo da escola
    o que elas dizem?

    Raquel Pacheco fará sua estreia no Carnaval justamente em um desfile que dialoga com sua própria trajetória, já retratada em livro e adaptação cinematográfica. Agora, ela participa da apresentação na avenida, integrando o elenco que dará vida ao enredo da agremiação.

    Ao g1, Andressa Urach afirmou que o samba-enredo não se limita ao tema da prostituição.

    “Esse samba-enredo fala de mulheres que muitas vezes foram julgadas, mas que também têm história, força e dignidade. Eu me vejo nesse enredo, porque ele não fala só de prostituição, fala de sobrevivência, de recomeço e de verdade”, disse.


    Elisa Sanches também declarou sentir-se representada pela proposta do desfile. Em entrevista ao mesmo portal, ela afirmou:

    Andressa Urach e mais

    Entre os nomes confirmados estão a influenciadora Andressa Urach e a produtora de conteúdo adulto Elisa Sanches.

    “Já fui chamada de ‘puta’, mas isso não me incomoda, porque é o meu trabalho. A Sanches é diferente da Elisângela. Sou mãe, tenho minha vida pessoal. Faço isso para pagar as contas, inclusive a faculdade da minha filha”. Para ela, a participação no Carnaval simboliza reconhecimento. “O que define alguém é o caráter, não a profissão. Somos mulheres batalhadoras”, completou.

    Foto: Divulgação - Algumas das profissionais que vão desfilar

    VÍDEO: filha de Léo Santana e Lore Improta rouba a cena e dança em cima do trio no carnaval de Salvador




  • A pequena Liz Improta Santana, filha de Léo Santana e Lore Improta, roubou a cena durante a passagem do trio do pagodeiro e caiu na dança durante a passagem do artista pelo circuito Dodô (Barra/Ondina), em Salvador, na sexta-feira (13). A menina de 4 anos acompanhou o pai durante o percurso e chamou a atenção pelo carisma com o público.

    No vídeo, é possível ver que Liz dança ao lado da mãe, que também acompanhou parte da passagem de Léo Santana pelo circuito. Por meio das redes sociais, o artista chegou a registrar um momento em que dançava com a filha antes de sair para comandar o "Bloco do Nana", no segundo dia de carnaval na capital baiana.

    Filha de Léo Santana e Lore Improta estoura fofurômetro em cima de trio elétrico do pai no carnaval de Salvador
    Filha de Léo Santana e Lore Improta estoura fofurômetro em cima de trio elétrico do pai no carnaval de Salvador — Foto: Agência Fred Pontes
    Também por meio das redes sociais, a influenciadora e dançarina Lore Improta compartilha detalhes da rotina da filha que, assim como os pais, gosta de cantar e dançar. Na sexta-feira, a presença de Liz no trio fez sucesso com os foliões.

    Com vestido que remete ao arco-íris e uma tiara de unicórnio, a menina chegou nos braços do pai, em uma van. Minutos depois, Liz começou a dançar todos os sucessos do cantor e ficou ao lado dele em diversos momentos do percurso.

    Pequena Liz Improta Santana acompanhou o pai durante a passagem pelo circuito Dodô (Barra/Ondina) no segundo dia de carnaval em Salvador.


    Léo Santana chega ao circuito Barra-Ondina com a filha Liz
    Léo Santana chega ao circuito Barra-Ondina com a filha Liz — Foto: Ana Raquel/ @zainzamecc / AG.FPontes

    quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

    Apresentação da banda Fantasmão é cancelada no Carnaval de Salvador e fãs lamentam


  • Edcity anunciou retorno aos vocais do Fantasmão após 15 anos
    Edcity anunciou retorno aos vocais do Fantasmão após 15 anos — Foto: Reprodução/Redes Sociais
    O desfile da banda Fantasmão agendado para esta quinta-feira (12), no circuito Dodô (Barra-Ondina), no Carnaval de Salvador, para o folião pipoca, foi cancelado. A informação foi divulgada através de um comunicado para os fãs no perfil oficial do grupo nas redes sociais.

    No texto, a equipe do cantor Edcity e da banda Fantasmão afirmam que fizeram o comunicado em respeito aos fãs e "com o coração apertado e muita tristeza".

    De acordo com a equipe, o cancelamento se deu por questões técnicas. O texto afirma que o trio designado para o show não comportaria a estrutura musical do grupo.

    A apresentação seria primeira dentro do circuito do Carnaval de Salvador após o retorno de Edcity para a banda para a turnê especial de 20 anos de carreira do Fantasmão.

    Fãs comentaram a publicação lamentando o cancelamento. O grupo musical é tradicional no pagode baiano e completou 20 anos em 2025.

    Veja o comunicado abaixo:

    Fantasmão anuncia cancelamento de apresentação no Carnaval de Salvador.
    Fantasmão anuncia cancelamento de apresentação no Carnaval de Salvador. — Foto: Redes sociais
    Relembre trajetória do Fantasmão

    Criado em Salvador, em 2006, por Edcity e o empresário Franco Daniele, o grupo nasceu com o intuito de trazer algo inovador ao cenário musical.

    Desde o início, apostou no que chamou de "groove arrastado" — ritmo derivado da fusão entre samba, pagode, reggae, rock e rap/ hiphop, sem o uso de cavaquinho e com presença de DJ nos shows.

    “Fantasmão é uma banda que tenho muito carinho, que surgiu de um sonho meu, de levar a realidade das periferias e de toda a população para o mundo. Retornar agora, com essa turnê de celebração pelos 20 anos do grupo, tem um sabor ainda mais especial”, contou Edcity.

    O visual da banda também é uma marca registrada: os integrantes usam mortalhas e pintura branca no rosto. O estilo remete à banda de rock Kiss, mas com significado próprio e cultural.

    Em 2009, o Fantasmão foi apontado como uma das grandes revelações do Carnaval baiano, com a música "Kuduro", que teve forte repercussão em Salvador e projeção nacional. Também fizeram sucesso com "Não vá que é barril", "Quebre igual negona" e "Conceitos" — hits que ficaram marcados na Bahia.

    Em agosto desse mesmo ano, Eddye (como era conhecido) deixou a banda para iniciar carreira solo como Edcity. Após a saída, a Fantasmão passou por novas formações. Entre 2010 e 2015, por exemplo, o grupo foi "comandado" pelo cantor e compositor Tierry.

    Fãs lamentaram


    Esta seria a primeira apresentação do grupo no circuito após o retorno de Edcity para a turnê de celebração dos 20 anos da banda.

    quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

    Mileide Mihaile usa look de 5kg na festa da Unidos da Tijuca: 'Quando estou sambando, não sinto nada'



  • Mileide Mihaile, influenciadora e rainha de bateria da Unidos da Tijuca, desembarcou no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (8), para cumprir sua agenda carnavalesca após um período de descanso. A beldade passou o Natal na Europa ao lado do filho, Yhudi, e celebrou a chegada de 2026 com amigos em Fernando de Noronha.

    “Deu para descansar, curtir meu filho, conhecer novas culturas e encerrar o recesso naquele paraíso que é Fernando de Noronha. Posso dizer que recarreguei minha bateria para o Carnaval. Agora é viver esse reinado intensamente, com muito amor, verdade, alegria, respeito e samba no pé”, comemorou.

    Mileide Mihaile — Foto: Brazil News

    O primeiro compromisso da rainha de bateria foi para celebrar os 94 anos da agremiação e participar da gravação de uma matéria para o RJTV, na qual falou sobre o enredo e o samba da escola.

    Para a ocasião, apostou em um vestido prata impactante, todo confeccionado em metal com pedras furta-cor. A peça, feita manualmente e sob medida, contou com styling assinado por Lucas Andrade e destacou o trabalho artesanal brasileiro que levou 12 dias para ficar pronto:

    “Esse look pesa aproximadamente 5 kg. Mas quando estou sambando, eu não sinto nada. É uma alegria, uma força, uma euforia que me dominam. As dores só aparecem quando tudo acaba, quando chego em casa".


    "Sou daquelas que, por amor ao samba, acreditam que todo sacrifício vale a pena”, brincou a rainha de bateria, que após a gravação, continuou na quadra da escola para a comemoração dos 94 anos da Unidos da Tijuca".

    Mileide Mihaile — Foto: Brazil News

    Mileide Mihaile — Foto: Brazil News

    Mileide Mihaile — Foto: Roberto Filho/ Brazil News

    Mileide Mihaile — Foto: Brazil News

    Mileide Mihaile — Foto: Brazil News

    A rainha de bateria da agremiação foi uma das primeiras a chegar no evento de comemoração dos 94 anos da escola nesta quinta-feira (8).

    quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

    Ivete Sangalo vence o troféu Bahia Folia com Macetando


  • 'Macetando', de Ivete Sangalo, vence o troféu Bahia Folia 2024 — Foto: Débora Marques/Ag. PicNews
    O hit "Macetando", interpretado por Ivete Sangalo e Ludmilla, foi a música escolhida pelo público na votação do Troféu Bahia Folia 2024, da TV Bahia. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (14).

    Com essa conquista, Ivete se torna pentacampeã depois de vencer o título nos anos de 2002 (Festa), 2009 (Cadê Dalila), 2020 (O Mundo Vai) e 2021 (Tá Solteira, Mas Não Tá Sozinha).

    Composição de Ivete Sangalo, Luciano Chaves e Samir Pereira, a música conquistou 52,87% dos votos na disputa que teve mais de três milhões de votos (foram exatamente 3.122.047 votos).

    Ludmilla e Ivete Sangalo cantam 'Macetando' em show no Estádio do Maracanã, no Rio — Foto: Divulgação
    "Macetando" recebeu 1.650.914 votos. A vantagem da vencedora para a segunda colocada foi de 306.248 votos. A segunda colocada, "Perna Bamba", teve 43,07% (1.344.666 votos), e a terceira colocada foi "Liquitiqui", que teve 1,17% (36.521 votos).

    Quarta colocada, "Bota Pra Virar" ficou com 0,74% (22.952 votos).

    Veja abaixo a lista de todas as canções que se deram bem e levaram o prêmio até 2023:

    • 1994 - Requebra - Olodum;
    • 1995 - Araketu é bom demais - Araketu;
    • 1996 - Margarida Perfumada - Timbalada;
    • 1997 - Rapunzel - Daniela Mercury;
    • 1998 - Latinha - Timbalada;
    • 1999 - Juliana - Bom Balanço;
    • 2000 - Cabelo Raspadinho - Chiclete com Banana;
    • 2001 - Uma bomba - Bragaboys;
    • 2002 - Festa - Ivete Sangalo;
    • 2003 - Voa Voa - Chiclete com Banana;
    • 2004 - Maimbê Dandá - Daniela Mercury;
    • 2005 - Coração - Rapazolla;
    • 2006 - Café com pão - Vixe Mainha;
    • 2007 - Quebra Aê - Asa;
    • 2008 - Mulher Brasileira - Psirico;
    • 2009 - Cadê Dalila - Ivete Sangalo;
    • 2010 - Rebolation - Parangolé;
    • 2011 - Liga da Justiça - LevaNóiz;
    • 2012 - Circulou - Banda Eva;
    • 2013 - Ziriguidum - Filhos de Jorge;
    • 2014 - Lepo Lepo - Psirico;
    • 2015 - Xenhenhém - Psirico;
    • 2016 - Paredão Metralhadora - Banda Vingadora;
    • 2017 - Santinha - Leo Santana;
    • 2018 - Elas gostam - Psirico;
    • 2019 - Abaixa que é tiro - Parangolé;
    • 2020 - O Mundo Vai - Ivete Sangalo;
    • 2021 - Tá solteira, mas não tá sozinha - Ivete Sangalo e Harmonia;
    • 2022 - não houve o Bahia Folia;
    • 2023 - Zona de Perigo - Léo Santana;
    • 2024 - Macetando - Ivete Sangalo.


    Cantora se torna pentacampeã depois de vencer o título nos anos de 2002 (Festa), 2009 (Cadê Dalila), 2020 (O Mundo Vai) e 2021 (Tá Solteira, Mas Não Tá Sozinha).

    Viradouro é campeã no Rio com enredo sobre guerreiras negras e culto ao vodum

  • Vermelha e Branca de Niterói apresentou Dangbé, a mítica cobra cultuada no Noroeste da África.


    A Unidos do Viradouro é a grande campeã do carnaval 2024 do Rio de Janeiro! A Vermelha e Branca de Niterói mostrou as serpentes que são objeto de culto na tradição africana. Em “Arroboboi, Dangbé”, o enredo pedia proteção à grande cobra mítica.

    Para diversos sistemas de crenças, como o da nação jeje, o réptil tem poderes de regeneração, vida, transformação e recomeço.

    Erika Januza no desfile da Viradouro — Foto: Alex Ferro/Riotur
    A Viradouro, a última das 12 escolas a desfilar, já na manhã de terça-feira (13), também detalhou as crenças voduns de povos africanos e na força das mulheres da Costa da Mina, uma poderosa irmandade de guerreiras.

    Essas guardiãs foram protagonistas do filme “A mulher-rei”, com Viola Davis.

    "Eu queria ganhar 3 títulos em 10 anos, pelo menos. Já ganhamos dois e ano que vem podemos trazer o terceiro. Aqui na presidência vamos manter o mesmo trabalho. A nossa vontade é melhorar cada vez mais. Ninguém é perfeito, mas vamos continiar o trabalho pra se manter no topo e conquistar mais títulos", disse o presidente da escola, Marcelo Kalil, assim que chegou com o troféu na quadra.

    Comemoração na quadra da Viradouro — Foto: Raoni Alves / g1
    Este é o 3º título da Viradouro, todos no Sambódromo:

    1. Trevas! Luz! A Explosão do Universo (1997)
    2. Viradouro de Alma Lavada (2020)
    3. Arroboboi, Dangbé (2024)

    Gabaritou os quesitos

    A agremiação do Barreto liderou a apuração de ponta a ponta e, nas notas válidas, gabaritou os quesitos. Terminou com 270 pontos, ou 100% de aproveitamento entre os pontos possíveis. A vice, a Imperatriz Leopoldinense, ficou 7 décimos atrás, com 269,3.

    A Viradouro só tirou 3 notas diferentes de 10, todas descartadas, segundo o regulamento: 9,9 em alegorias, 9,9 em mestre-sala e porta-bandeira e 9,9 em enredo.

    A Acadêmicos do Grande Rio ficou colada na Viradouro e dividiu a 1ª posição até metade da apuração, mas começou a perder décimos em sequência e terminou em 3º, atrás da Imperatriz.

    A Unidos do Porto da Pedra, última colocada, foi rebaixada e disputará a Série Ouro em 2025.

    Julinho Nascimento e Rute Alves, 1º casal da Viradouro — Foto: Alex Ferro/Riotur
    Retornam no Sábado das Campeãs, nessa ordem:

    1. Unidos de Vila Isabel (6º lugar)
    2. Portela (5º lugar)
    3. Acadêmicos do Salgueiro (4º lugar)
    4. Acadêmicos do Grande Rio (3º lugar)
    5. Imperatriz Leopoldinense (vice)
    6. Unidos do Viradouro (campeã)
    7. Recurso não interfere no título

    Recurso não interfere no título

    Horas antes da apuração, representantes da Grande Rio, Imperatriz Leopoldinense, Mocidade e Beija-Flor enviaram à Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) um ofício em que pediam punição à Viradouro por entenderem que houve uma irregularidade na comissão de frente.

    As 4 escolas argumentaram que a Viradouro desfilou com mais de 15 integrantes no setor, cuja punição seria de 0,5 ponto.

    O recurso, se aceito, não vai tirar o título de Niterói, pois a diferença para a vice hoje é de 0,7 ponto. Mesmo perdendo esses décimos, o placar ficaria 269,5 a 269,3 para o Barreto.

    Cobra deslizou pela Sapucaí na comissão de frente da Viradouro — Foto: Antonio Scorza/Riotur
    Nos últimos anos, praticamente todas as agremiações incrementaram o setor, que passou a ter um tripé ou um elemento cênico — uma espécie de carro alegórico com menores dimensões — que ajuda a contar a história, quase sempre com muitos efeitos especiais.

    A comissão de frente tem 3 minutos de performance, geralmente casada com uma passagem do samba-enredo. A fim de agilizar essa apresentação, parte do elenco fica escondida dentro do tripé, que acaba servindo de coxia.

    A escola pode levar quantos integrantes quiser para a comissão de frente, desde que apenas 15 estejam à mostra.

    Como foi o desfile

    A comissão de frente chamou a atenção com uma enorme serpente, que surgia entre o balé e deslizava pelo chão da Sapucaí.

    O terceiro carro da agremiação, representando a proteção mística e lealdade, foi todo feito com ferro-velho do barracão.

    A bateria do Mestre Ciça, que representou a Revolta dos Malês, incluiu o toque em atabaques em suas batidas. Erika Januza desfilou à frente dos ritmistas pelo terceiro ano consecutivo.

    A escola iniciou seu desfile ainda na madrugada, usando alegorias que brilhavam no escuro. A outra metade da apresentação foi realizada já com o dia amanhecendo.

    Viradouro campeã! Veja fotos do desfile




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